Situado em São Paulo - SP, nosso dojo apresenta uma serie de atividades visando o desenvolvimento e socialização dos alunos, proporcionando conhecimento e recreação
segunda-feira, 31 de dezembro de 2012
ITSUTSU NO KATA
O ITSUTSU NO KATA FOI O ÚLTIMO KATA DE JUDO, IDEALIZADO PELO PROF.
JIGORO KANO, QUE O TERIA DEIXADO INCOMPLETO, COM SOMENTE 5 TÉCNICAS, DEVIDO A
SEU FALECIMENTO
http://www.4shared.com/office/xI_JmO0s/ITSUTSU__NO__KATA.html
HISTÓRICO DO JUDÔ
EM 1871 O JAPÃO ABOLIU O SISTEMA FEUDAL, OS HOMENS
TORNARAM-SE LIVRES E MUITAS DAS ESCOLAS VIRAM QUE
SEUS CURSOS DE JU-JUTSU (NOME DADO A PRINCIPAL
FORMA DE LUTA NA ÉPOCA) TINHAM POUCOS OU ATÉ
NENHUM ALUNO, POIS JÁ NÃO HAVIAM NOBRES
ARROGANTES PARA MANEJAR ESPADAS CUJA DAS QUAIS OS
PLEBEUS TENHAM QUE SE DEFENDER. O JUDÔ FOI
FUNDADO EM 1882 POR JIGORO KANO, UM JOVEM DE 23
ANOS QUE NÃO SATISFEITO COM AS TÉCNICAS DA SUA
ÉPOCA, APERFEIÇOOU UMA NOVA MODALIDADE DE JIU-
JITSU AO QUAL DEU O NOME DE JUDÔ (CAMINHO SUAVE).
COM ESTA NOVA LUTA ELE NÃO VISAVA AS BRIGAS DE RUA,
MAS SIM FORMAR CIDADÃOS DISCIPLINADOS, CULTOS E
COM BOA FORMA FÍSICA. FUNDOU ENTÃO A KODOKAN
JUDÔ EM TÓQUIO (COM APENAS DOZE TATAMES (12), MAS O
JUDÔ SÓ FIRMOU-SE COMO ARTE MARCIAL APÓS QUATRO
ANOS DE SUA FUNDAÇÃO, FOI QUANDO KANO DESAFIOU
PARA UM TORNEIO AMIGÁVEL O CLUBETOTSUKA JIU-
JITSU (LOCAL ONDE TREINAVAM OS POLICIAIS DE TÓQUIO)
O COMBINADO PARA O TORNEIO SERIA QUE, AQUELE QUE
PERDESSE O MAIOR NÚMERO DE LUTAS ABSORVERIA AS
TÉCNICAS DO OPONENTE, DAS DEZ LUTAS FEITAS OS
JUDOCAS GANHARAM NOVE (09) E EMPATARAM UMA (01),
FOI NESTA HORA ENTÃO QUE O JUDÔ FOI DIVULGADO POR
TODO O JAPÃO SENDO ACEITO PELO POVO E TAMBÉM PELO
GOVERNO COMO O SUCESSOR DO JIU-JITSU. ALGUNS ANOS
DEPOIS ALGUNS ALUNOS DE KANO SAÍRAM PELO MUNDO A
DIVULGAR O JUDÔ. 1902 YAMASHITA MINISTRA CURSOS DE
JUDÔ, EM WEST POINT, AOS SOLDADOS NORTE
AMERICANOS E AO PRESIDENTE ROOSEVELT. EM
1918 GUNJI KOIZUMI FUNDOU UMA ESCOLA EM LONDRES,
O BUDOKWAI QUE ENSINAVA ORIGINALMENTE O JIU-JITSU,
MAS QUE APÓS UMA VISITA DE KANO PASSOU A DEDICAR-SE
EXCLUSIVAMENTE AO JUDÔ. O PRÓPRIO JIGORO
KANO REALIZOU CONFERÊNCIAS, CURSOS E
DEMONSTRAÇÕES NA EUROPA. POREM EM 04 DE MAIO DE
1938 KANO MORRE, A BORDO DO BARCO A VAPOR HIKAWA
MARU. QUANDO VOLTAVA DA ASSEMBLÉIA GERAL DO
COMITÊ OLÍMPICO INTERNACIONAL, NO EGITO. SÓ EM 1964
NAS OLIMPÍADAS DE TÓQUIO QUE O JUDÔ SE TORNOU UM
ESPORTE DE PROJEÇÃO INTERNACIONAL. EM 1908 O JUDÔ
CHEGA AO BRASIL APÓS 26 ANOS DA FUNDAÇÃO DO
KODOKAN JUDÔ, TRAZIDO POR IMIGRANTES JAPONESES, O PRIMEIRO A SE DESTACAR FOI MITSUYO
MAEDA CONHECIDO COMO CONDE KOMA MINISTRANDO
AULAS PARA A ACADEMIA MILITAR E O EXÉRCITO
BRASILEIRO QUE ACABOU INCORPORANDO ESTA ARTE AO
SEU TREINAMENTO.
Os princípios filosóficos do judô e suas máximas no cotidiano dos atletas
Ao questionarmos os atletas sobre a utilização dos princípios
filosóficos do judô no cotidiano observamos que 92,31% dos atletas
responderam de forma afirmativa. Em seguida procuramos compreender como estes atletas o utilizam. Percebemos que a utilização variou entre área
social, afetiva e profissional. Na primeira área, encontramos os seguintes
casos:
“Sim, utilizo no meu dia a dia com professores da faculdade,
familiares, companheiros de treino, com pessoas que convivem comigo nos
lugares que freqüento. (...).”; “Sim, no dia a dia, pois tudo que eu aprendi
no judô é fundamental principalmente nos relacionamentos.”; “Sim,
respeito ao próximo.”; “Respeitando a todos”; “Sim, no dia a dia, com o
trato com as pessoas, em casa, nos estudos, dentro da família, respeitando
os mais velhos ou mais experientes”. Já na segunda área, percebemos os
seguintes discursos: “Sim, utilizo para tomar decisões importantes, para me
concentrar e preparar para uma entrevista de emprego, etc.”; “Sim,
ensinando aos alunos como se portar dentro e fora dos tatames.”; “Sim, eu
uso nas relações profissionais e de amizade, respeitando, dominando com
garra e nunca desistindo”. Entretanto, encontramos discursos que permeiam
o convívio social, afetivo e profissional simultaneamente, como a seguir:
“Sim, em todos os dias, em casa, trabalho... Respeitando a todos.”;
“Procuro não atrasar nos meus compromissos, respeitar o outro, não
desistir dos meus objetivos, entre outros.”; “Sim, ter mais controle,
disciplina, atenção e outros”. Por outro lado encontramos discursos que
não especificavam a área na qual seriam utilizados os princípios filosóficos
do judô, demonstrando abrangência, como nos casos: “Sim, da melhor
forma.”; “Sim, tento utilizar o máximo possível, principalmente a
humildade.”; “Sim, utilizo a energia humana para o bem.”.
Segundo Borges (2010), no ocidente, o judô foi aceito de forma
distorcida de seus princípios. Isso nos leva a refletir sobre as diversificadas
formas em que os praticantes utilizam os conhecimentos adquiridos no judô
para o convívio do dia a dia
Nesta ocasião, o “caminho da suavidade” se torna um esporte
ocidentalizado, ao ponto de serem valorizadas apenas: a vitória, o sucesso
utilizando a força e superioridade. Assim sendo incluídos valores
totalmente estranhos à sua base. Mas para Ruffoni (2004) os atletas de judô
quando iniciam a aprendizagem da modalidade como esporte, defesa
pessoal, lazer ou saúde, aprendem ao longo de sua prática os aspectos
filosóficos por trás desta arte marcial, filosofia esta valorizada pelo
professor Jigoro Kano (idealizador do Judô).
No entanto Mesquita (1994) diz que atualmente os judocas são na sua
maioria atletas, e isso tem feito com que os aspectos filosóficos do judô
sejam deixados de lado em prol do rendimento competitivo e do
reconhecimento financeiro onde o judoca é treinado para ganhar sem visar
os aspectos filosóficos do judô, e sem as referências dos “mestres”
tradicionais da modalidade.
Estes discursos parecem identificar que a utilização dos princípios
filosóficos do judô, são efetivados de acordo com o interesse pessoal e
afetivo de cada atleta. Além disso, o entendimento da filosofia do judô
também demonstrou ser interpretada de formas diferenciadas por cada
atleta, principalmente quando percebemos que os mesmos não
demonstraram ter conhecimento teórico.
Os princípios filosóficos do judô e suas máximas para os atletas
Ao coletarmos os dados acerca do conhecimento dos princípios
filosóficos do judô e suas máximas, percebemos que 76,92% dos atletas
disseram conhecer os princípios filosóficos do judô e suas máximas.
Entretanto, apenas 7,69% dos atletas citaram somente um princípio
filosófico e uma máxima do judô.
Dentre os princípios citados encontramos: “Quem teme perder já está
vencido” (Informante 3), “Só se aproxima da perfeição, quem a procura
com constância, sabedoria e, sobretudo, humildade” (Informante 4).
Além disso, consideramos os princípios do judô que foram lembrados,
porém citados erroneamente, tal como “vencer é dominar-se, dominar-se é
triunfar” (Informante 2), no qual o certo seria citar “conhecer-se é
dominar-se, e dominar-se é triunfar”.
Acerca das máximas do judô, dois atletas lembraram parte delas, tal
como “respeito mútuo” (Informante 11) e “melhor uso da energia”
(Informante 3). Enquanto o certo seria citar “Seiryoku Zen’yo - Máxima
eficácia com o menor desprendimento energético” e “Jita Kyoei -
Prosperidade e benefícios mútuos”, como vistos no Capítulo 2.3.
Estes dados parecem indicar que os atletas não procuram saber tais
princípios do judô e, muitas vezes citando frases que não fazem parte desta
temática, mas que são citadas nos meios judoístas tal como “ceder para
vencer”. Além destas citações, alguns atletas citaram palavras que
julgavam fazer parte dos princípios filosóficos do judô ou das máximas, tal
como: “hierarquia”, “respeito”, “disciplina” e “humildade”, palavras estas
que já haviam sido mencionadas na associação de palavras. Segundo Jigoro
Kano (1994), foi idealizado o que seria o judô, quando criou os princípios
que norteariam o praticante desta arte. Estes representariam o “Espírito do
Judô”, que se compõem de duas máximas e nove princípios. Estas
informações demonstram que os atletas desconhecem os princípios
filosóficos do judô e suas máximas, entretanto, mencionaram frases de
outros autores como se fossem frases de motivação e orientação para
incentivar as práticas do judô. Por outro lado, os judocas não indicavam
frases, mas sim palavras que igualmente as incentivam para auxiliar na
superação do dia a dia dos treinamentos e do convívio com os
companheiros.
Centro Nervoso e Pontos Vitais
Utilidade de aprendê-los:
Os centros nervosos e pontos de pressão são partes vulneráveis da anatomia humana. O
golpe aplicado nessa área vulnerável do corpo é muito eficaz que um golpe disparado
sem direção certa, que pode atingir o adversário com violência, mas sem causar danos.
Centro nervoso é o lugar no corpo onde há uma grande concentração de nervos que
estão próximos da superfície e não contam com a proteção de ossos ou músculos,
algumas partes do corpo são ao mesmo tempo centros nervosos e pontos de pressão.
Sabendo usar o atemi-waza corretamente, você poderá defender-se sem necessidade de
machucar seriamente seu adversário. Lembre-se, você é responsável pelos seus atos,
tanto no ponto de vista moral como no legal, o uso da brutalidade desnecessária é de sua
responsabilidade e você pode responder se utilizar de força desnecessária, mas quando
está em perigo de ser morto, então você tem o direito de usar qualquer recurso para
preservar sua integridade física.
http://www.4shared.com/office/JjCgjrnI/Centros_nervosos_e_pontos_vita.html
Atemi-waza
Atemi waza possui técnicas de nível extremamente alto. Muitas delas observadas no karate.
Os atemis estão codificados em alguns katas do judô, são técnicas de socos, chutes, golpes de mão
aberta, cotoveladas, joelhadas e ataque com os dedos. Todos os golpes visam pontos sensíveis da
anatomia humana. Os atemis podem ser encontrados em vários katas do judô, o Seiryoku zenyo-no-kata,
o Kime-no-kata, e o Goshin-jutsu-no-kata são alguns exemplos.
As técnicas que utilizam pontos vitais requerem menos poder de aplicação no estudo da defesa pessoal.
Esses pontos podem ser combinados com técnicas de arremesso ou como simples técnicas de defesa
pessoal. As técnicas de atemi-waza do judô foram praticamente abolidas dos dojos olímpicos, atualmente
90% dos dojos ensinam o judô para competição, ou seja, o judô olímpico
Princípios do Judô
PRINCÍPIOS DO JUDO:
Princípio da Máxima Eficácia do Corpo
e do Espírito
(Seiryoku Zen’Yo)
É ao mesmo tempo a utilização global, racional e utilitária
da
energia do corpo e do espírito.
Jigoro Kano afirmava que este princípio deveria ser aplicado
no
aprimoramento do corpo. Servir para torná-lo forte, saudável
e
útil.
Podendo ainda ser aplicado para melhorar a nutrição, o
vestuário,
a habitação, a vida em sociedade, a atividade nos negócios
na
maneira de viver em geral.
Estando convencido que o estudo desse princípio, em toda a
sua
grandeza e generalidade, era muito mais importante e vital
do que
a simples prática de uma luta.
Realmente, a verdadeira inteligência deste princípio não nos
permite aplicá-lo somente na arte e na técnica de lutar, mas
também nos presta grandes serviços em todos os aspectos da
vida.
Segundo Jigoro Kano, não é somente através do judô que
podemos alcançar este princípio. Podemos chegar à mesma
conclusão por uma interpretação das operações cotidianas,
através de um raciocínio filosófico.
Princípio da Prosperidade e Benefícios Mútuos
(Jita Kyoei)
Diz respeito à importância da solidariedade humana para o
melhor bem individual e universal.
Achava ainda que a idéia do progresso pessoal devia ligar-se
a
ajuda ao próximo, pois acreditava que a eficiência e o
auxílio aos
outros criariam não só um atleta melhor como um ser humano
mais completo.
Princípio da Suavidade
(Ju)
Ju ou suavidade, é o mais diretamente físico, mas que no
entender de Jigoro Kano deveria ser levado ao plano
intelectual.
Ele mesmo nos explica este terceiro princípio durante um
discurso proferido na University of Southern Califórnia, por
ocasião das Olimpíadas de 1932:
“Deixem-me agora explicar o que significa, realmente esta
suavidade ou cedência.
Supondo que a força do homem se poderia avaliar em unidades,
digamos que a força de um homem que está na minha frente
é representada por dez unidades, enquanto que a minha força,
menor que a dele, se apresenta por sete unidades. Então se
ele me empurrar com toda a sua energia, eu serei certamente
impulsionado para trás ou atirado ao chão, ainda que empregue
toda minha força contra ele.
Isso aconteceria porque eu tinha usado toda a minha força
contra ele, opondo força contra força. Mas, se em vez de o
enfrentar, eu cedesse a força recuando o meu corpo tanto
quanto ele o havia empurrado mantendo, no entanto, o equilíbrio
então ele inclinar-se-ia naturalmente para frente perdendo
assim o seu próprio equilíbrio.
Nesta posição ele poderia ter ficado tão fraco, não em
capacidade física real, mas por causa da sua difícil posição, a ponto de
a sua força ser representada, de momento, por digamos apenas
três unidades, em vez das dez unidades normais. Entretanto
eu, mantendo o meu equilíbrio conservo toda a minha força
tal como de início, representada por sete unidades. Contudo, agora
estou momentaneamente numa posição vantajosa e posso
derrotar o meu adversário utilizando apenas metade da minha energia, isto é,
metade das minhas sete unidades ou três unidades e meia da minha energia contra
as três dele.
Isso deixa uma metade da minha energia disponível para
qualquer outra finalidade. No caso de ter mais força do que o meu
adversário poderia sem dúvida empurrá-lo também. Mas mesmo
neste caso, ou seja, se eu tivesse desejado empurrá-lo
igualmente e pudesse fazê-lo, seria melhor para eu ter
cedido primeiro, pois procedendo assim teria economizado minha
energia.”
Títulos e Graduações
O Judô, assim como a grande
maioria das artes marciais modernas, utiliza-se de um sistema de faixas
coloridas para determinar a graduação de seus alunos. Esse sistema de
graduação, utilizados pelas artes marciais em todo o mundo, foi originalmente
criado por Jigoro Kano,
o fundador do Judô, sendo depois aperfeiçoado com o passar do tempo.
Antes da implantação do
sistema de faixas coloridas nas artes marciais, nas antigas escolas de jujutsu(koryu), os alunos eram
normalmente graduados através de certificados escritos por seus professores
garantindo que eles possuiam um certo nível de aprendizado. Entretando, cada
escola possuia sua própria forma de nivelar seus alunos, e isso era, para
Jigoro Kano, uma desvantagem.
Sistema
de faixas coloridas do Judô - No Brasil, a faixa cinza é apenas para as
crianças
Assim, em 1883, o Sensei
Jigoro Kano fez sua primeira divisão em seus alunos, dividindo-os em Mudansha (não-graduado) e Yodansha (graduado). Osmudanshas tem sua graduação divididas em Kyus (nível de habilidade). Osyodanshas tem sua graduação dividida em Dans (grau). O sistema de faixa
colorida para os diversos kyus foi criado posteriormente na
Europa, e daí exportado para o restante do mundo e das artes marciais, pois
inicialmente, no Japão, a faixa branca era utilizada por todos os níveis de kyus,
sendo que algumas escolas utilizavam a faixa marrom para os kyus mais elevados, e a preta para
os yodanshas.
Veja abaixo a graduação do
Judô utilizada no Brasil para os mudanshas:
- Zero
Kyu (mukyu)
– Faixa Branca
- 7º
Kyu (nanakyu ou shichikyu) – Faixa Cinza – Somente para
crianças
- 6º
Kyu (rokkyu) – Faixa
Azul
- 5º Kyu (gokyu) – Faixa Amarela
- 4º
Kyu (yonkyu ou shikyu) – Faixa Laranja
- 3º
Kyu (sankyu)
– Faixa Verde
- 2º
Kyu (nikyu)
– Faixa Roxa
- 1º
Kyu (ikkyu)
– Faixa Marrom
Após a faixa marrom, o
praticante se torna um graduado, um yodansha, ganhando a faixa preta e o
primeiro grau, se tornando um Shodan (portador do primeiro grau). A
graduação em dans se dá da seguinte maneira:
- 1º
dan (shodan ou ichidan) – Faixa Preta
- 2º
dan (nidan)
– Faixa Preta
- 3º
dan (sandan)
– Faixa Preta
- 4º
dan (yodan)
– Faixa Preta
- 5º
dan (godan)
– Faixa Preta
- 6º
dan (rokudan)
– Faixa Coral (vermelha e branca)
- 7º
dan (nanadan)
– Faixa Coral (vermelha e branca)
- 8º
dan (hachidan)
– Faixa Coral (vermelha e branca)
- 9º
dan (kyudan)
– Faixa Vermelha
- 10º
dan (judan)
– Faixa Vermelha
O único a possuir o mais alto
grau, o décimo dan no Judô, é o Sensei Jigoro Kano. Conta-se que Jigoro Kano
defendia que aquele que conseguisse um grau mais elevado ao décimo dan,
retornaria à faixa branca, terminando assim o ciclo completo do Judô.
Abaixo, mais algumas
terminologias que utilizamos no Judô (e também em outras artes marciais
japonesas, talvez com alguma variação de significado):
- Kohai - O aluno menos graduado que
você.
- Senpai - O aluno mais graduado que você.
- Sensei - O professor, que deve ser
obrigatoriamente um Yodansha.
- Shihan - No Judô, o único com o título
de Shihan é Jigoro Kano, por ser o criador e representante do Judô.
História e Código Moral
Jigoro Kano percebeu a carência da ética e da moral quando concebeu o processo
pedagógico para ensinar judô. Com os anos e o aperfeiçoamento do processo
inicialmente concebido (no ano de 1898, quando passa a ser o detentor do ‘densho’ –
Livros Secretos), é unânime afirmar que o judô é uma arte marcial formadora do caráter
e bem vista por toda a sociedade. Sendo assim, enaltece-se o pioneirismo seguindo-o
com o pensamento SHINGUITAI.
SHIN – Espírito
GUI – Técnica
TAI – Comportamento
Com isso o código moral por trás dos ensinamentos do Sr. Jigoro Kano tornou-se
um ponto essencial do judô, fazendo com que seus ensinamentos ganhassem
reconhecimento internacional.
O código moral embutido na arte do judô presa, entre outros, o aspecto social, e
são eles:
Gentileza
- gentileza é respeitar os outros
Coragem
- coragem é fazer o que é justo
Sinceridade
- sinceridade é se expressar sem ocultar seus sentimentos
Honra
- honra é manter a palavra
Modéstia
- modéstia é falar de si sem vaidade
Respeito
- respeito, sem respeito, não há confiança
Autocontrole
-autocontrole é ficar quieto quando a raiva aflora
Amizade
-amizade é o mais puro dos se sentimento humanos.
Material para Alunos e Professores
Eu, começo hoje o postar materiais para estudo e aperfeiçoamento de alunos e professores.
Para dar inicio as atividades desse Blog vou postar o material que eu uso tanto para pesquisa quanto para ensino
Aproveitem :)
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Para dar inicio as atividades desse Blog vou postar o material que eu uso tanto para pesquisa quanto para ensino
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