O real valor do judô aparece somente como resultado de uma prática regular. Para conseguir os melhores benefícios físicos, mentais e espirituais do judô, o aluno deve praticar todos os dias, sem falhar. Nos dias em que é impossível treinar no dojo, o aluno deve, no minimo, praticar o Seiryoku Zen'yo Kokumin Taiiku.
Situado em São Paulo - SP, nosso dojo apresenta uma serie de atividades visando o desenvolvimento e socialização dos alunos, proporcionando conhecimento e recreação
quarta-feira, 16 de janeiro de 2013
Prática Regular
Às vezes, os alunos cometem o erro de praticar demais ou muito pouco, mas a pratica insuficiente é o problema mais comum.
O real valor do judô aparece somente como resultado de uma prática regular. Para conseguir os melhores benefícios físicos, mentais e espirituais do judô, o aluno deve praticar todos os dias, sem falhar. Nos dias em que é impossível treinar no dojo, o aluno deve, no minimo, praticar o Seiryoku Zen'yo Kokumin Taiiku.
O real valor do judô aparece somente como resultado de uma prática regular. Para conseguir os melhores benefícios físicos, mentais e espirituais do judô, o aluno deve praticar todos os dias, sem falhar. Nos dias em que é impossível treinar no dojo, o aluno deve, no minimo, praticar o Seiryoku Zen'yo Kokumin Taiiku.
DOIS MÉTODOS DE TREINAMENTO
Até agora de dois aspectos principais no treinamento do judô: o desenvolvimento do corpo e o treinamento das formas de ataque e defesa. Os treinamentos fundamentais para esses dois próprios são: 1º o kata e 2º o randori
A kata, palavra que significa forma, é um sistema de movimentos preestabelecidos que ensina os fundamentos do ataque e da defesa. O kata inclui técnicas para bater, chutar, apunhalar e varias outras, alem de usar os movimentos de arremessar e segurar o oponente, que também são praticados no randori. Essas técnicas são praticadas apenas no kata, porque somente nesse sistema os movimentos são preestabelecidos e cada praticante sabe o que o outro fará.
Randori significa 'pratica livre'. os parceiros se encontram em aproximam-se um do outro como se estivessem em uma verdadeira competição. eles podem fazer arremessos, imobilizações, estrangulamentos e também aplicar chaves de juntas, mas não podem golpear ou chutar, ou usar técnicas que são apropriadas apenas no combate real. as condições principais do randori são: os participantes devem tomar cuidado para machucar uns aos outros e devem seguir a ética do judô, que é obrigatória para eles obterem o máximo beneficio do randori.
O randori pode ser praticado como treinamento dos métodos de ataque e de defesa ou como educação física Em ambos os casos, todos os movimentos são feitos de acordo com o principio da máxima eficiência. Se o objetivo é treinamento de ataque e defesa, é suficiente que haja concentração na execução apropriada das técnicas Mas alem disso, o randori é ideal para desenvolver o cuidado com o físico pois envolve todas as partes do corpo, e diferentemente das ginasticas, todos os seus movimentos tem um proposito e são executados com espirito O objetivo desse treinamento físico organizado e constante é controlar com perfeição a mente e o corpo e preparar a pessoa para reagir em qualquer emergência ou ataque, acidental ou intencional.
Treino da Mente
Tanto o kata como o randori são formas de treinamento mental, mas, dos dois, o randori é o mais eficiente.
No randori, você deve buscar as fraquezas do oponente e estar pronto para atacar com todos os recursos disponíveis no momento em que encontrar a brecha, mas sem violar as regras do judô. A pratica do randori faz com que os alunos fiquem mais interessados, sinceros, cuidadosos, cautelosos e determinados para a ação. Ao mesmo tempo, eles aprendem a analisar, a tomar decisões rápidas e agir imediatamente, pois, tanto no ataque quanto na defesa, no randori não ha lugar para a indecisão.
No randori, nunca se sabe que técnica o oponente irá usar em seguida, então o praticante fica o tempo todo em guarda. Estar alerta se trona uma segunda natureza. O praticante também adquire boa postura e autoconfiança por saber que é capaz de lidar com qualquer eventualidade os poder de atenção, observação, imaginação, raciocínio e julgamento aumentam, e esses são atributos uteis tanto na viada diária como no dojo.
Praticar o randori é investigar as relações complexas, mentais e físicas que existem entre os lutadores. Centenas de valiosas lições são extraídas desse estudo.
No randori, aprendemos usar o principio da máxima eficiência mesmo quando podemos facilmente vencer o oponente com a técnica apropriada do que com a força bruta. Essa lição é útil no dia-a-dia: o aluno percebe que uma persuasão apoiada na logica firma acaba sendo mais eficiente que o uso da coerção.
Outro principio do randori é aplicar apenas a quantidade certa de força - nunca de mais, nunca de menos. Todos nós conhecemos pessoas que não conseguiram o que queiram porque não utilizaram a quantidade certa do esforço que era necessário. Ou eles não chegaram onde deveriam, ou não souberam quando parar.
No randori, as vezes nos defrontamos com um oponente que está fora de si em seu desejo de vencer. Somos treinados para não resistir diretamente com força, mas a jogar o oponente ate que sua fúria e sua energia fiquem esgotados, e só então atacamos. Essa lição é útil quando encontramos na vida diária uma pessoa desse tipo. Como nenhum argumento racional funcionara com alguém assim , tudo o que podemos fazer é esperar até que ela se acalme.
Esses são apenas alguns exemplos de como o randori pode contribuir no treinamento intelectual das mentes jovens.
TREINAMENTO ÉTICO
Vamos ver agora como a compreensão do principio da máxima eficiência se transforma em treinamento ético.
Existem pessoas nervosas que por natureza e que ficam raivosas por qualquer motivo. O judô pode ajuda-las a se controlar. Através do treinamento, rapidamente elas descobrem que a raiva é um desperdício de energia e que só exerce efeitos negativos sobre elas mesmas e os outros.
O treinamento do judô também é muito benéfico para quem não tem autoconfiança por já ter cometido erros. O judô nos ensina a buscar a melhor atitude a ser tomada, não importando as circunstancias, ajuda-nos a compreender que a preocupação é um bom desperdício de energia. Paradoxalmente, uma pessoa que cometeu um erro e outra no auge do sucesso estão exatamente na mesma posição. Ambas precisam decidir o que farão a seguir, precisam escolher o caminho que devem tomar no futuro. Os ensinamentos do judô dão a todos os indivíduos o mesmo potencial para o sucesso, tirando-os da letargia e do desanimo, levando-os a um estado de atividade vigorosa.
Outro tipo de pessoa que pode se beneficiar com a pratica do judô é o descontente cronico, imediatamente culpa os outros por suas falhas. Essa tipo descobre que o estado negativo de sua mente mai contra o principio da eficiência máxima e que viver de acordo com esse principio é a chave para atingir um estado mental confiante.
A pratica do judô traz muita satisfação: a sensação agradável que os exercícios trazem aos músculos e nervos, a satisfação de aprender a dominar os movimentos e a alegria de vencer as competições. Não menos importantes é a beleza e o prazer de ter um desempenho elegante e ver os outros também tendo. Essa é a essência do aspecto estético do judô.
[...]
O treinamento do judô também é muito benéfico para quem não tem autoconfiança por já ter cometido erros. O judô nos ensina a buscar a melhor atitude a ser tomada, não importando as circunstancias, ajuda-nos a compreender que a preocupação é um bom desperdício de energia. Paradoxalmente, uma pessoa que cometeu um erro e outra no auge do sucesso estão exatamente na mesma posição. Ambas precisam decidir o que farão a seguir, precisam escolher o caminho que devem tomar no futuro. Os ensinamentos do judô dão a todos os indivíduos o mesmo potencial para o sucesso, tirando-os da letargia e do desanimo, levando-os a um estado de atividade vigorosa.
Outro tipo de pessoa que pode se beneficiar com a pratica do judô é o descontente cronico, imediatamente culpa os outros por suas falhas. Essa tipo descobre que o estado negativo de sua mente mai contra o principio da eficiência máxima e que viver de acordo com esse principio é a chave para atingir um estado mental confiante.
ESTÉTICA
A pratica do judô traz muita satisfação: a sensação agradável que os exercícios trazem aos músculos e nervos, a satisfação de aprender a dominar os movimentos e a alegria de vencer as competições. Não menos importantes é a beleza e o prazer de ter um desempenho elegante e ver os outros também tendo. Essa é a essência do aspecto estético do judô.
[...]
trecho retirado do livro
JUDÔ KODOKAN - por JIGORO KANO
Reflexão do Dia
O
bambu chinês:
'Muitas coisas na vida são iguais ao bambu
chinês...'
Jigoro Kano
Depois de plantada a semente deste incrível
bambu, não se vê nada, absolutamente nada, por 4 anos, exceto o lento
desabrochar de um diminuto broto, a partir do bulbo.
Durante 4 anos, todo o crescimento é subterrâneo,
numa maciça e fibrosa estrutura de raiz, que se estende em todas direções
dentro da terra.
Mas então, no quinto ano, o bambu chinês cresce,
até atingir 24 metros .
Covey escreveu: “Muitas coisas na vida (pessoal e profissional) são iguais ao
bambu chinês.”
Você trabalha, investe tempo e esforço, faz tudo o
que pode para nutrir seu crescimento, e, às vezes, não se vê nada por semanas,
meses ou mesmo anos. Mas, se tiver paciência para continuar trabalhando e nutrindo,
o “quinto ano” chegará e o crescimento e a mudança que foram processados vão
deixá-lo espantado.
O bambu chinês mostra que não podemos desistir
fácil das coisas… Em nossos trabalhos, especialmente projetos que envolvam
mudanças de comportamento, cultura e sensibilidade para ações novas, devemos
nos lembrar do bambu chinês para não desistirmos fácil frente às dificuldades
que surgem e que são muitas…
segunda-feira, 14 de janeiro de 2013
Ju-justsu ou Judô
"A arte (jutsu) é cultivada, mas a doutrina
(dô) é a essência do Judô".
Jigoro Kano
Com o intuito de melhor diferenciar o seu sistema, Kano escolheu o termo Judô, ao invés de
simplesmente acrescentar um adjetivo, como moderno, por exemplo, no vocábulo jujutsu.
Jujutsu pode ser traduzido por "técnica da suavidade". Por sua vez, Judô quer dizer "doutrina
ou caminho da suavidade", uma vez que ju tem o significado de "suave", "doce", "elástico" ou "flexível" , jutsu é traduzido por "arte", "técnica" ou "prática"; dô, por sua vez, significa "doutrina",
"modo" , "vida" , ou caminho" e tem, ainda, o sentido de "ensinamento moral ou religioso".
Chamando o seu novo sistema de Judô, Jigoro Kano, pretendeu elevar o termo "jutsu" (arte ou
prática) para "dô" , ou seja para a "vida" ou "caminho", dando a entender que não se tratava apenas
de uma mudança de nomes, mas que o seu novo sistema repousava sobre uma fundamentação filosófica.
Em 1898, em uma de suas conferências, Jigoro Kano, assim se pronunciou:
"Eu estudei o jujutsu não somente porque o
achei interessante, mas, também, porque compreendi que seria o meio mais eficaz para a educação do físico e do espírito. (. ..) "
"Porém, era necessário aprimorar o velho jujutsu, para torná-lo acessível a todos, modificar seus objetivos que não eram voltados para a Educação Física ou para a moral, nem muito menos para a cultura intelectual. (. . .) Por outro lado, como as escolas de jujutsu, apesar de suas qualidades tinham muitos defeitos, eu conclui que era necessário reformular o jujutsu mesmo como arte de combate. (...) "
"( . . .), quando eu comecei a ensinar, o jujutsu estava caindo em descrédito. Alguns mestres de jujutsu ganhavam a vida organizando "espetáculos" entre seus alunos, através de lutas
simuladas, cobrando daqueles que quisessem assistir. Outros se prestavam a serem"artistas de luta" junto com profissionais de sumo e praticantes de jujutsu. Tais práticas degradantes prostituíam uma arte marcial e isso me era repugnante. Eis a razão de ter evitado o termo jujutsu e adotado o de Judô. E para distingüi-lo da academia "Jikishin Ryou" , que também empregava o termo Judô, denominei a minha escola de "Judô Kodokan", apesar de soar um pouco longo."
Jigoro Kano em fevereiro de 1882, inaugura sua primeira escola no templo budista "Eisho",
com uma área de treinamento de apenas 12 tatâmis. Em junho, marticula-se, Tsunejiro Tomita,seu primeiro aluno
Vem aí a Copa São Paulo 2013
O ano começou e a Federação Paulista de Judô já iniciou os trabalhos de planejamento e preparativos para a realização da edição 2013 da Copa São Paulo de Judô. Na edição passada, 2500 judocas foram inscritos na competição que ocorreu em dois dias. Recorde de participação de atletas e recorde de áreas de competição, doze. O mês da realização da competição já está definido: Março.
Hoje a Copa São Paulo pode ser considerado o maior torneio aberto do Brasil e as perspectivas para esse ano é que aumente o número de participantes, pois o evento é aberto para judocas de todas as federações do país.
A Copa São Paulo tradicionalmente abre a temporada de competições oficiais da Federação Paulista de Judô.
Então, programe-se, que em março teremos a Copa São Paulo 2013!
Imprensa FPJ
Fugindo um pouco do assunto
QUERO DEIXAR CLARO QUE ISSO É APENAS UMA MOSTRA DE MINHA PESSOAL OPINIÃO SOBRE O ASSUNTO
Isso ai, Copa do Mundo é prioridade para o atual governo...
ISSO COM CERTEZA É UM FATO CONHECIDO DO GOVERNO, e então o que aconteceu?, QUANDO FOI FEITO O PLANEJAMENTO... lógico que a educação é exemplar no nosso país... sem deixar de lado a segurança e saneamento que no Brasil tem sido prioridades.
Continuemos assim colocando futebol, carnaval e BBB em altos patamares, deixando que problemas realmente importantes sejam ofuscados pela mídia governamental.
E assim vamos torcer por mais um título mundial para nossa seleção em campo, porem é uma pena que no campo da dignidade e de direitos humanos estamos sendo derrotados por W.O.
Judoca não é pokemon... mas como evolui
A imagem mostra como a pratica do judô transforma não só a vida do esportista como também evolução da mentalidade, transformando em pessoa melhor e com um maior conhecimento de si
Judô de Jigoro Kano...
O céu e o inferno
Um Samurai grande e forte, de índole violenta, foi procurar um pequenino monge.
– Monge! - disse numa voz acostumada à obediência imediata.
Ensina-me sobre o céu e o inferno!
O monge miudinho olhou para o terrível guerreiro e respondeu com o mais absoluto desprezo:
Ensinar a você sobre o céu e o inferno?
Eu não poderia ensinar-lhe coisa alguma.
Você está imundo. Seu fedor é insuportável. A lâmina da sua espada está enferrujada. Você é uma vergonha, uma humilhação para a classe dos samurais.
Suma da minha vista! Não consigo suportar sua presença execrável.
O samurai enfureceu-se.
Estremecendo de ódio, o sangue subiu-lhe ao rosto e ele mal conseguiu balbuciar palavra alguma de tanta raiva. Empunhou a espada, ergueu-a sobre a cabeça e se preparou para decapitar o monge.
– Isto é o inferno - disse o monge mansamente.
O samurai ficou pasmo. A compaixão e absoluta dedicação daquele pequeno homem, oferecendo a própria vida para ensinar-lhe sobre o inferno! O guerreiro foi lentamente abaixando a espada, cheio de gratidão, subitamente pacificado e piedoso
- Isso e o céu- completou o monge com serenidade.
terça-feira, 1 de janeiro de 2013
Exercícios básicos - Aula de Judô
Exercícios básicos
No judô cada professor pode estabelecer o seu sistema de exercício, o plano geral de treinamento é o seguinte:Taiso
Exercício de aquecimento, visa aquecer e tornar o corpo mais flexível, desenvolvendo também a musculatura.
Ukemi-No-Waza
Técnicas de amortecimento de queda (rolamentos).
1.Te-uti-ukemi - Essa queda é utilizada para auxiliar com a coordenação dos alunos
2.Ushiro-ukemi
3.Yoko-ukemi
4.Zempo-kaiten-ukemi
5.Mae-ukemi
Uchikomi ou Butsukari
Treinamento de entradas de técnicas de projeção.Tando-Geiko
Treinamento sombra, também conhecido como Tendoku-renshiu "sombra". É o equivalente ao uchi-komi (entrada de golpes) porém sem parceiro.
Nage-Ai (pronuncia-se nague ai)
Projeções alternadas. Treinamento em duplas, alternadamente cada um projeta (derruba) o companheiro de treino.Kakari-Geiko (pronuncia-se kakari gueiko)
Treinamento defensivo. Nesse tipo de treinamento um dos componentes da dupla é designado a defender e o outro a atacar.
Yaku-Soku-Geiko (pronuncia-se yaku soku gueiko)
Projeções livres com movimentação. Treinamento com muita movimentação e projeção sem defesa ou disputa de pegada.
Handori (pronuncia-se randori)
Treino livre, "simula" ou reproduz o "Shiai" (competição), pelo qual a aplicação das técnicas é praticada contra um parceiro, atacando e defendendo, a diferença básica é que ocorre de forma mais "solta" mais "livre" que nas competições propriamente ditas.
Shiai
Competição. Exige muita habilidade técnica, tática, preparação física e mental. Atualmente as competições de alto nível envolvem a participação de diversos profissionais, não somente mais de um "Sensei", entre eles: preparador físico (geralmente especialista em fisiologia do exercício e/ou treinamento esportivo) nutricionista, fisioterapeutas, psicólogos, entre outros. As técnicas já dominadas no randori devem ser aplicadas sob um determinado conjunto de regras, sujeitas à pontuações que devem ser avaliadas por três árbitros (um central mais dois laterais).FRASES JIGORO KANO
O JUDÔ É UM BUQUÊ DE TODAS ESSAS FLORES.
A META FINAL DO JUDÔ É O APERFEIÇOAMENTO DO
INDIVÍDUO POR SI MESMO, DESENVOLVENDO UM
ESPÍRITO QUE DEVE BUSCAR A VERDADE ATRAVÉS DE
ESFORÇO CONSTANTE E DA SUA TOTAL ABNEGAÇÃO,
PARA CONTRIBUIR NA PROSPERIDADE E NO BEM
ESTAR DA RAÇA HUMANA.
DOUTOR JIGORO KANO
Renraku-Waza
Renraku-Waza (Combinação de técnicas)
Esse tipo de seqüência de técnicas é utilizado quando:
• A primeira técnica aplicada falha, havendo a necessidade da combinação de
uma segunda técnica para finalizar o ataque.
• A primeira técnica é apenas uma finta, visando à aplicação da segunda
técnica.
• A primeira técnica é defendida pelo companheiro, havendo a necessidade da
combinação da segunda técnica.
Exemplos:
Primeira Série
Ko-Uchi-Gari X Ippon-Seoi-Nage
Sasae-Tsurikomi-Ashi X O-Soto-Gari
Uchi-Mata X Ko-Uchi-Gari
Segunda Série
O-Uchi-Gari X Tai-Otoshi
Ippon-Seoi-Nage X Ko-Uchi-Makikomi
Morote-Seoi-Nage X Ko-Uchi-Gari
Terceira Série
O-Uchi-Gari X Harai-Tsurikomi-Ashi
Ko-Uchi-Gari X Uchi-Mata
Tai-Otoshi X O-Uchi-Gari
Quarta Série
Ko-Uchi-Gari X Morote-Seoi-nage
Ippon-Seoi-Nage X Waki-Otoshi
O-Uchi-Gari X Uchi-Mata
Quinta Série
O-Uchi-Gari X Harai-Goshi
Koshi-Guruma X O-Uchi-Gari
De-Ashi-Barai X Sode-Tsurikomi-Goshi
Sexta Série
Sasae-Tsurikomi-Ashi X Ko-Soto-Gake
Harai-Goshi X O-Soto-Gari
Koshi-Guruma X Ko-Uchi-Gari
Faixas Coloridas nas Artes Marciais
A Origem das Faixas Coloridas nas Artes Marciais
Lendas e mitos floresceram junto com a prática de artes marciais, tais como o judô e o
karate, desde o começo. Ainda, parece não haver significância maior do que aquela
associada com as origens místicas da cobiçada faixa preta. Para o espanto de muitos
praticantes de artes marciais, a história da faixa preta é um tanto pequena no contexto
geral.
Muitas histórias existem a respeito da honrada faixa preta em vários estilos de artes
marciais. Uma das mais comuns que se ouve é a de que o artista marcial novato
começou tradicionalmente com uma faixa branca. Como ele treinou e praticou durante
Anos, a faixa tornou-se suja, primeiramente marrom e finalmente preta assim que
aperfeiçoou suas habilidades marciais.
Apesar de essa extraordinária metáfora ter sido fornecida com um pouco de folclore,
infelizmente, não se tem nenhuma fonte verídica. As faixas coloridas nunca fizeram
parte da antiga tradição das artes marciais.
Na verdade, a faixa preta foi usada primeiramente para designar a habilidade ou o grau
no Judô Kodokan há pouco mais de cem anos. O Dr. Jigoro Kano, um educador e
entusiasta do esporte foi o primeiro a usar a faixa preta como um símbolo para os
estudantes graduados e possuidores de Dan em sua escola, a Kodokan, fundada em
1882, em Tókio. Antes disto, as escolas de Ju-jutsu, como a maioria das outras escolas
de artes japonesas tradicionais, utilizavam o complicado sistema de Menkyo como uma
forma de licenciar os estudantes aos níveis técnicos de habilidades particulares. Uma
compreensão do sistema educacional japonês e das circunstâncias sociais requer uma
perspectiva histórica. O treinamento sistemático de guerra e de armas desenvolveu-se
primeiramente nas tradições marciais, escolas, ou estilos (ryu ha) entre os séculos 11 e
15. Os Samurais reuniram-se em clãs, centrados em torno das famílias ou regiões, para
o treinamento de armas específicas e técnicas marciais. Assim que o treinamento se
tornou mais distinto e individual, os estilos marciais ou escolas (bujutsu ryu)
começaram a se formar no início do período Tokugawa (1600-1868).
Antigas artes marciais do Japão foram eventualmente classificadas em dezoito
ramificações diferentes, como mencionadas no Bugei Ju-Happan. Basicamente, estas
categorias são: kyujutsu, hojutsu, tantojutsu, naginatajutsu, mojirijutsu, bajutsu
(horsemanship), sojutsu, shurikenjutsu, ganshinjutsu, toritejutsu, kusarigamajutsu,
bojutsu, shinobijutsu, suijutsu, kenjutsu (swordsmanship), battojutsu, jutte-jutsu, ju-
jutsu. Paralelamente, muitas escolas de outras artes, tais como a caligrafia (shodo),
pintura (sumi-e), ou as formas de cerimônia do chá (chado), foram criadas também para
disseminar suas técnicas e estilos distintos. Estas escolas também usaram o sistema do
Menkyo para licenciar seus graduados. Geralmente os estudantes destes antigos ryu já
foram primeiramente licenciados como Shoden. Seus rankings progrediram então com
Chuden, Okuden/Mokuroku, Menkyo, e finalmente, Menkyo Kaiden, o último
significado, literalmente, “licença da transmissão total”. Entretanto, cada ryu ha seguiu
seus próprios critérios para licenciar estudantes. A seqüência particular e mesmo os
vários títulos eram freqüentemente diferentes entre si.
As Graduações (rank) eram designadas geralmente por certificados especialmente
criados ou por cartas escritas à mão do professor ou fundador. Freqüentemente, os
níveis mais elevados eram acompanhados da apresentação de um Densho, pergaminhos
de instruções manuscritas ou de registros dos segredos dos fundadores das várias
escolas. Alguns Densho forneciam instruções detalhadas e ilustrações gráficas de
técnicas particulares. Outros usavam palavras e/ou caracteres descritivos que serviam
como uma ajuda à memória para técnicas avançadas (memória minemônica). Os últimos
documentos originais eram sem sentido às pessoas não familiarizadas com a linguagem
particular dos ryu ha.
Devido à natureza sigilosa dos vários ryu ha e seus instrutores, o sistema de graduação
do menkyo teve várias desvantagens. Primeiramente, não havia nenhuma maneira de
avaliar ou comparar níveis de habilidade equivalentes dos graduados das escolas
diferentes. Adicionalmente, as etapas entre licenças separadas podiam levar o praticante
a qualquer lugar de alguns meses a diversos anos, dependendo da filosofia ou do estilo
particular do professor. Em sua juventude, Kano aprendeu primeiramente as bases do
ju-jutsu de Teinosuke Yagi. Mais tarde, estudou o ju-jutsu de Tenshin Shinyo Ryu sob
Hachinosuke Fukuda e Masatomo Iso, bem como o ju-jutsu Kito Ryu sob Tsunetoshi
Iikubo. Foram iniciado nos segredos de ambas as escolas.
Após ter fundado sua própria escola; o Kodokan em 1882, Dr. Kano fez também
estudos acadêmicos de muitos outros estilos do ju-jutsu. Além a visitar e praticar com
os mestres ainda vivos, examinou com cuidado o Densho dos outro ryu ha de ju-jutsu.
Logo depois que se decidiu dar forma a seu próprio estilo de ju-jutsu, Dr.. Kano revisou
também o sistema de graduação (ranking), criando dez etapas com os intervalos
relativamente curtos para manter os estudantes de judô interessados em progredir
através dos vários níveis técnicos.
Em 1883, o Dr. Kano dividiu seus estudantes em dois grupos, dos não-graduados
(mudansha) e dos graduados (yudansha), de acordo com Naoki Murata, diretor do
museu de judô do Kodokan. Os primeiros yudansha, ou grau Shodan, eram dois
estudantes famosos no Kodokan nesse tempo, nomeados Tsunejiro Tomita e Shiro
Saigo. Estes dois estudantes foram também os primeiros promovidos a segundo dan um
ano mais tarde.
Shiro Saigo, imortalizado no romance de ficção de Tsuneo Tomita, o “Sugata
Sanshiro”, e nas adaptações nos filmes de Akira Kurosawa (década de 40) sobre os
infames torneios entre o judô e o ju-jutsu, pulou o terceiro dan e foi promovido
diretamente a quarto dan no ano seguinte, em 1885, relata Muraka. Neste período, todas
as graduações de Dan foram anunciadas diretamente pelo Dr. Kano ou fixadas em
placas no Kodokan.
As faixas pretas não foram usadas como símbolos de graduação Dan no Kodokan até
1886 ou 1887, relembram Muraka, sobre a época dos torneios metropolitanos da polícia
de Tókio entre a escola de ju-jutsu fundada por Hikosuke Totsuka e pelo Kodokan do
Dr. Kano. Após a vitória decisiva do Kodokan, os certificados ou os diplomas não
foram emitidos pelo Kodokan até 1894, quase onze anos após a criação do sistema de
graduação Dan do judô. Eventualmente, a habilidade ou o nível do judoca vieram a ser
denotados pelas faixas coloridas usadas em torno da cintura com o judogui. No Japão,
as faixas brancas são geralmente usadas por todas as graduações de kyo, embora
algumas escolas usem também a faixa marrom para indicar os níveis mais elevados do
kyo. As faixas azul, amarela, alaranjada, verde, e roxa usada pelos níveis intermediários do kyu tiveram origem na Europa e foram importadas para o sistema dos Estados
Unidos durante o início dos anos 50.
As faixas pretas são tradicionalmente usadas pelos praticantes competitivamente
graduados, primeiro dan (shodan) até o quinto dan (godan). Uma faixa vermelha e
branca é usada pelos níveis merecidos pelo serviço prestado ao judô, sexto dan
(rokudan) até o oitavo dan (hachidan), e as faixas inteiramente vermelhas são reservadas
para o nono dan (kyudan) e o décimo dan (judan).
O karate incorporou ambos os sistemas, a graduação Dan e o uso da faixa preta, quando
Gichin Funakoshi, o mestre do karate de Okinawa, primeiramente demonstrou e mais
tarde ensinou a base de sua arte marcial de Okinawa no Japão durante a década de 20 no
Kodokan. O sistema de graduação Dan foi eventualmente incorporado ao Kendô (a arte
da espada), ao Aikido, e à maioria das outras artes tradicionais. A origem das faixas
coloridas, bem como, o significado das cores particulares, ainda é encoberta de
mistérios, e pode permanecer perdida na história. Embora não tenha deixado nenhuma
razão registrada para as várias cores usadas, o Dr. Kano deixou alguns indícios. De
acordo com sua doutrina filosófica, não há limites para as melhorias e para o progresso
que se pode ter no seu treinamento de judô. Assim, o Dr. Kano acreditou que se alguém
conseguisse um estágio mais elevado do que o décimo dan, retornaria
conseqüentemente à faixa branca, terminando desse modo o círculo completo do judô,
como o ciclo da vida.
No caso desta eventualidade, deve-se salientar que o Kodokan decidiu que a faixa usada
por tal pessoa deveria ser aproximadamente duas vezes mais larga que a faixa comum,
para impedir que os novatos confundissem o significado. Até agora, o Dr. Kano é a
única pessoa com a graduação de décimo segundo dan e com o título de Shihan. O Dr.
David Matsumoto, autor de “An introduction to Kodokan history and philosophy”, cita
uma combinação de duas possibilidades para o uso tradicional das faixas brancas, o
significado simbólico da cor e dos aspectos práticos da produção do uniforme.
“Primeiramente, o branco teve um significado especial, simbólico na cultura japonesa
por séculos”, Dr. Matsumoto escreve. “O povo japonês considera geralmente a cor
branca como sendo o reflexo da pureza divina desde épocas antigas.”
Assim, as faixas brancas podem ser mais apropriadas para refletir a pura inocência e
virtude dos iniciantes, de acordo com o Dr. Matsumoto. Pode também refletir a seleção
do algodão usado no material do judogui. Após o uso e lavagem freqüente, o material
colorido ou amarelo natural do algodão tende a tornar-se branco. Uma suposição não-
autêntica a respeito das faixas pretas usadas pelos níveis Dan é que o Dr. Kano
emprestou o conceito dos esportes japoneses das escolas de ensino médio. Os
competidores avançados eram separados dos novatos em torneios de natação por uma
fita preta usada em torno da cintura. Como um distinto educador e entusiasta dos
esportes, o Dr. Kano estava certamente ciente desta tradição e pode tê-la incorporado
em suas práticas no Kodokan. A seleção das faixas vermelhas e brancas para distinguir
os níveis mais elevados pode também ter sido baseada em uma preferência cultural
simples, de acordo com Meik Skoss, um notável historiador das artes marciais e autor
de artigos numerosos sobre artes marciais japonesas. Os Japoneses dividem tipicamente
grupos em lados vermelhos e brancos, baseados em um evento histórico pivotante. A
Genpei War era uma disputa entre dois clãs rivais, o Genji e Heike. O Genji usava as
bandeiras brancas para identificar suas tropas no campo de batalha, enquanto o Heike
usava bandeiras vermelhas. Como exemplos, o Sr. Skoss aponta o semestral jogo
Kouhaku Shiai do Kodokan, onde os estudantes de judô são divididos em dois grupos, vermelhos e brancos. Esta competição teve início logo depois que o Kodokan foi
formado e transformou-se em um evento tradicional. Além do mais, os competidores no
judô moderno são distinguidos por uma faixa branca ou vermelha na cintura, enquanto
que os competidores do Kendô são identificados por um tasuki vermelho ou branco,
uma fita pequena amarrada à parte traseira da armadura.
Dr. Kano tinha uma afinidade particular por idiomas e grande interesse acadêmico em
literatura clássica Chinesa, especialmente o I Ching, ou Livro das Mutações. O I Ching
é basicamente uma coleção de sabedorias morais e políticas baseadas no conceito dos
opostos mútuos, o Yin e o Yang. A escolha das faixas vermelhas e brancas feita pelo
Dr. Kano deve ter sido uma representação simbólica do princípio da harmonia indicado
pelo equilíbrio de Yin e Yang. Por outro lado, a criação do sistema de graduação Dan
do Dr. Kano deve ter representado uma rejeição radical à cultura japonesa e uma
maneira deliberada de diferenciar seu novo e melhorado sistema, dos estilos tradicionais
de Ju-jutsu, de acordo com Skoss.
“A era Meiji foi uma época de grandes mudanças sociais, econômicas e políticas – e
Kano estava certo no meio disso tudo,” disse Skoss. “Ele foi um inovador em seus
métodos e teve alguns problemas óbvios com a cultura feudal japonesa. Por exemplo,
ele não ficava feliz com a maneira que muitos praticantes de ju-jutsu eram como os
Punks das ruas, e que usavam o que tinham aprendido para extorquir dinheiro dos
transeuntes ou para satisfazer seus egos distorcidos.”
Como um educador e um racionalista, que desdenhou superstições sem fundamentos,
Dr. Kano quis criar um sistema de treinamento que não fosse prejudicar o físico de seus
alunos e também levasse ao desenvolvimento de um padrão moral elevado e um forte
caráter individual. Ainda, ela estava em conflito com os ryu mais antigos de Ju-jutsu,
mas, sentiu muito que a tradição cultural tinha sido validamente preservada. Sua adoção
de um sistema novo de graduação deve ter sido uma rejeição às tradições do Ju-jutsu e
uma preservação da hierarquia tradicional japonesa.
“A sociedade japonesa é verticalmente estruturada” Skoss explica. “Um forte senso de
posição relativa está presente em toda a interação social, e símbolos de graduação
também tem sido parte de uma cultura voltada para o período Heian e até mesmo antes.”
Skoss citou a adoção dos níveis de hierarquia encontrados nos mais antigos relatos da
soberania Imperial Japonesa, bem como os chapéus coloridos denotando níveis e fortes
regulamentações indicando relações de graduação durante esses períodos. A utilização
das faixas coloridas pelo Dr. Kano para denotar níveis de graduação deve ter sido
desenvolvida a partir dessas tradições, de acordo com Skoss.
Seja qual for a razão, a obtenção da faixa preta ainda representa uma significante
evolução em habilidades técnicas e habilidades competitivas para a maioria dos Judocas
de todo o mundo. Contudo, como todos os Judocas graduados com Shodan rapidamente
aprendem isto também representa um passo inicial no caminho para uma consciência
superior e um grande aperfeiçoamento, e que pode levar uma vida inteira de dedicação
Cronologia de vida de Kano
18 / 10 / 1860 - Data de nascimento
1877 - Ingressa na Universidade Imperial de Tóquio Torna-se aluno do Mestre Fukuda (Juj-itsu)
1878 - Funda o primeiro clube de basebol do Japão
1881 - Licenciado em letras Torna-se aluno da escola de Kito (Ju-jitsu),
1882 - Forma-se em Ciências Estéticas e Morais Em fevereiro, funda a sua Escola da qual deu o nome Judô Kodokan
- Em agosto é nomeado professor no Colégio dos Nobres
1884 - Nomeado adido do Palácio Imperial
1886 - Nomeado vice-presidente do Colégio dos Nobres
1889 - Viaja à Europa como Adido da Casa Imperial
1899 - Torna-se Presidente do Butokukai (Centro de estudo de artes militares)
1907 - Elabora os três primeiros Katas de Judô
1909 - Torna-se membro do Comitê Olímpico Internacional, como primeiro representante do Japão
1911 - Eleito presidente da Federação Desportiva do Japão
1922 - Passa a Ter assento na Câmara Alta do Parlamento Japonês
1924 - Nomeado Professor Honorário da Escola Normal Superior de Tóquio
1928 - Participa da Assembléia Geral dos Jogos Olímpicos de Amsterdã
04/05/1938 - Morre a bordo do navio que transportava ao Cairo onde se realizava a Assembléia geral do Comitê Internacional dos Jogos Olímpicos.
Mudanças nas regras do judô - 2013
No ano de 2009, o judô competitivo sofreu alterações nas regras que deixaram muitos praticantes
chateados. Durantes as competições até as Olimpíadas de Londres 2012 Olimpíadas de Londres 2012 Olimpíadas de Londres 2012 Olimpíadas de Londres 2012, muitos atletas ainda estavam
sendo eliminados das competições por conta das mudanças nas regras no que diz respeito à catadas
de perna. Pois bem, a Federação Internacional de Judô (FIJ) anunciou novas regras para o período de
2013.
Estas novas regras serão aplicadas a partir do Grand Slam de Paris, até o Mundial do Rio. Após este
período, a FIJ irá avaliar o desempenho durante as competições que ocorrerão em 2013 e irá decidir se
as novas regras serão definitivas ou não.
Mudanças nas regras do judô para 2013
Mudanças nas regras do judô - 2013
1. Juízes
A partir de 2013, será apenas um juiz e não três em cada luta. E, para ajudá-lo, um juiz na mesa devídeo e com comunicação via rádio com o juiz central.
2. Ippon
A FIJ quer considerar como ippon ippon ippon ippon apenas os golpes realmente caracterizados como golpes quepoderiam, por exemplo, nocautear o atleta se não fosse no tatame. Ou seja, que os juízes sejam mais
rigorosos na hora de marcar um ippon. Além disso, cair em “posição de ponte” será considerado como
ippon.
3. Penalidades
Nas novas regras, o primeiro shido por falta de combatividade será considerado punição. E se umatleta for punido pela quarta vez, será desclassificado (hansoku-make). A diferença principal será que
o shido não dará mais pontuação. As pontuações só serão dadas através de aplicação de golpes. Se
uma luta terminar empatada, o lutador com mais shidos perderá.
4. Golden Score
Durante o Golden Score, o primeiro que aplicar um golpe válido vence a luta, ou quem receber oprimeiro shido perde a luta. O mais significativo é que não haverá mais decisão dos juízes via
bandeira, pois não haverá mais limite de tempo durante o Golden Score Golden Score Golden Score Golden Score. A luta tem que ser vencida ou
pela aplicação de golpe válido ou até que um dos atletas seja punido.
5. Imobilizações (Ossae-Komi Waza)
Se a técnica de imobilização começar sendo aplicada na área de luta, mas for movida para fora, atécnica continuará sendo válida. A pontuação e tempo do ossaekomi também mudaram. Nas novas
regras, com 10 segundos de imobilização o atleta ganha um yoko, 15 segundos um wazari e 20
segundos ippon.
Análise das novas regras
A FIJ parece estar jogando cada vez mais a responsabilidade para os atletas. Atletas que amarrammuito a luta terão dificuldade de vencer apenas contando as punições ou decisão dos juízes. Quem
usa a estratégia de ir pra fora da área enquanto imobilizado também vai ter problema.
Aparentemente são mudanças boas. Nas Olimpíadas de Londres de 2012 vimos muitos excelentes
atletas perderem porque foram amplamente analisados por seus adversários que fizeram anti-jogo e
venceram mais por conta das regras do que por mérito próprio. Estas novas regras talvez seja uma
reação a este tipo de atitude. O Golden Score sem tempo é bastante significativo, pois o atleta vai ter que trabalhar para não tomar um shido por falta de combatividade, tornando a luta mais dinâmica.
Seiryoku Zen'yo Kokumin Taiiku
É ensinado em todas as escolas do Japão como uma forma de educação física baseado no principio da máxima eficiência , visando o treino do corpo.
Esse kata é desenvolvido em 02 partes:
O primeiro é o Tadoku-renshiu, esse kata é praticado sozinho com repetição dos diversos golpes em todas as direções.
O segundo é o Satai-reshiu, esse kata é praticado com o companheiro e e´subdividido e3m kimi-shikie ju-shiki.
I. Tandoku-renshu – Exercícios executados sem parceiro
A. Goho-ate – Ataque em cinco direções.
1. Hidari-mae-naname-ate – Dar um golpe oblíquo à esquerda
2. Migi-ate – Dar um golpe para a direita
3. Ushiro-ate – Dar um golpe para trás
4. Mae-ate – Dar um golpe para a frente
5. Ue-ate – Dar um golpe para cima
B. O-goho-ate – Grandes golpes em cinco direcções
6. O.hidari-mae-naname-ate – Grande golpe oblíquo à esquerda
7. O-migi-ate – Grande golpe para a direita
8. O-ushiro-ate – Grande golpe para trás
9. O-mae-ate – Grande golpe para a frente
10. O-ue-ate – Grande golpe para cima
C. Goho-geri – Pontapés nas cinco direcções
11. Mae-geri- Pontapé para a frente
12. Ushiro-geri – Pontapé para trás
13. Hidari-mae-naname-geri – Pontapé oblíquo à esquerda
14. Migi-mae-naname-geri – Pontapé oblíquo à direita
15. Taka-geri – Pontapé para cima
16. Kagami-migaki – Limpar o espelho
17. Saya-uchi – Golpes à direita e à esquerda
18. Zengo-tsuki – Golpes para a frente e para trás
19. Ryote-ue-tsuki – Golpe para cima com as duas mãos
20. O-ryote-ue-tsuki – Grande golpe para cima com as duas mãos
21. Sayu-kogo-shita-tsuki – Golpe para baixo alternadamente à direita e à esquerda
22. Ryote-shita-tsuki – Golpe para baixo com as duas mãos
23. Naname-ue-uchi – Cortar obliquamente para cima
24. Naname-shita-uchi – Cortar obliquamente para baixo
25. O-naname-ue-uchi – Grande golpe oblíquo para cima
26. Ushiro-sumi-tsuki – Golpe oblíquo para trás
27. Ushiro-uchi – Golpe para trás
28. Ushiro-tsuki-mae-shita-tsuki – Golpes com o punho para baixo, para trás e para a frente
II. Sotai-rensho - Exercícios a dois
A. Kime-shiki – Método de decisão
a) Idori - Movimentos em posição de joelhos
1. Ryote-dori – Segurar os dois pulsos com as duas mãos2. Furi-hanashi – Lançar com força3. Gyakute-dori – Agarre invertido das duas mãos4. Tsukkake – Golpe com o punho ao estômago5. Kiri-kake – Golpe à cabeça com o sabre da mão
b) Tachiai – Movimentos em pé
6. Tsuki-age – Murro para cima (“uppercut”)7. Yoko-uchi – Murro para o lado8. Ushiro-dori – Agarrar os ombros por trás9. Naname-tsuki Cortar a carótida com o sabre10. Kiri-oroshi – Fender a cabeça com o sabre
B. Ju-shiki (Método de suavidade)
Esse kata é desenvolvido em 02 partes:
O primeiro é o Tadoku-renshiu, esse kata é praticado sozinho com repetição dos diversos golpes em todas as direções.
O segundo é o Satai-reshiu, esse kata é praticado com o companheiro e e´subdividido e3m kimi-shikie ju-shiki.
I. Tandoku-renshu – Exercícios executados sem parceiro
A. Goho-ate – Ataque em cinco direções.
1. Hidari-mae-naname-ate – Dar um golpe oblíquo à esquerda
2. Migi-ate – Dar um golpe para a direita
3. Ushiro-ate – Dar um golpe para trás
4. Mae-ate – Dar um golpe para a frente
5. Ue-ate – Dar um golpe para cima
B. O-goho-ate – Grandes golpes em cinco direcções
6. O.hidari-mae-naname-ate – Grande golpe oblíquo à esquerda
7. O-migi-ate – Grande golpe para a direita
8. O-ushiro-ate – Grande golpe para trás
9. O-mae-ate – Grande golpe para a frente
10. O-ue-ate – Grande golpe para cima
C. Goho-geri – Pontapés nas cinco direcções
11. Mae-geri- Pontapé para a frente
12. Ushiro-geri – Pontapé para trás
13. Hidari-mae-naname-geri – Pontapé oblíquo à esquerda
14. Migi-mae-naname-geri – Pontapé oblíquo à direita
15. Taka-geri – Pontapé para cima
16. Kagami-migaki – Limpar o espelho
17. Saya-uchi – Golpes à direita e à esquerda
18. Zengo-tsuki – Golpes para a frente e para trás
19. Ryote-ue-tsuki – Golpe para cima com as duas mãos
20. O-ryote-ue-tsuki – Grande golpe para cima com as duas mãos
21. Sayu-kogo-shita-tsuki – Golpe para baixo alternadamente à direita e à esquerda
22. Ryote-shita-tsuki – Golpe para baixo com as duas mãos
23. Naname-ue-uchi – Cortar obliquamente para cima
24. Naname-shita-uchi – Cortar obliquamente para baixo
25. O-naname-ue-uchi – Grande golpe oblíquo para cima
26. Ushiro-sumi-tsuki – Golpe oblíquo para trás
27. Ushiro-uchi – Golpe para trás
28. Ushiro-tsuki-mae-shita-tsuki – Golpes com o punho para baixo, para trás e para a frente
II. Sotai-rensho - Exercícios a dois
A. Kime-shiki – Método de decisão
a) Idori - Movimentos em posição de joelhos
1. Ryote-dori – Segurar os dois pulsos com as duas mãos2. Furi-hanashi – Lançar com força3. Gyakute-dori – Agarre invertido das duas mãos4. Tsukkake – Golpe com o punho ao estômago5. Kiri-kake – Golpe à cabeça com o sabre da mão
b) Tachiai – Movimentos em pé
6. Tsuki-age – Murro para cima (“uppercut”)7. Yoko-uchi – Murro para o lado8. Ushiro-dori – Agarrar os ombros por trás9. Naname-tsuki Cortar a carótida com o sabre10. Kiri-oroshi – Fender a cabeça com o sabre
B. Ju-shiki (Método de suavidade)
Video Go Kyu .wmv
Eu montei um vídeo com todos os golpes do Go Kyu.
Está completo, com os 40 golpes + algumas variações
Aproveitem :)
Go Kyu no Waza
Está completo, com os 40 golpes + algumas variações
Aproveitem :)
Go Kyu no Waza
Graduações
Graduações kyu
Há oito graus de kyu (seis na Europa, diferenciando-se em Portugal), os quais se distinguem pelas cores das faixas:
KYU - Brasil
|
||
08º KYU.
|
Mukyu.
|
Faixa Branca. (+)
|
07º KYU.
|
Nanakyu ou Shichikyu
|
Faixa Cinza. - (*)
|
06º KYU.
|
Rokukyu.
|
Faixa Azul. - (*)
|
05º KYU.
|
Gokyu.
|
Faixa Amarela. (**) - (++)
|
04º KYU.
|
Yonkyu. ou Shikyu.
|
Faixa Laranja./
Abóbora.
|
03º KYU.
|
Sankyu.
|
Faixa Verde.
|
02º KYU.
|
Nikyu.
|
Faixa Roxa.
|
01º KYU.
|
Ikyu.
|
Faixa Marrom. (*+)
|
OBSERVAÇÕES
(*) Apenas para pessoas
com menos de 18 anos de idade.
(+) Todo judoca inicia
no judô nesta faixa.
(**) Segunda faixa para
os judocas com mais de 18 anos de idade.
(++) Quarta faixa para
os judocas com menos de 18 anos de idade.
(*+) Última (sétima ou
nona) faixa para o judoca.
KYU Europeu
|
||
06º KYO.
|
Rokukyu.
|
Faixa Branca. (+)
|
05º KYU.
|
Gokyu.
|
Faixa Amarela
|
04º KYU.
|
Yonkyu. ou Shikyu.
|
Faixa Azul Escuro.
|
03º KYU.
|
Sankyu.
|
Faixa Laranja./
Abóbora.
|
02º KYU.
|
Nikyu.
|
Faixa Verde.
|
01º KYU.
|
Ikyu.
|
Faixa Marrom.
|
KYU - Portugal
|
||
06º KYO.
|
Rokukyu.
|
Faixa Branca. (+)
|
05º KYU.
|
Gokyu.
|
Faixa Amarela
|
04º KYU.
|
Yonkyu. ou Shikyu.
|
Faixa Laranja./
Abóbora.
|
03º KYU.
|
Sankyu.
|
Faixa Verde.
|
02º KYU.
|
Nikyu.
|
Faixa Azul.
|
01º KYU.
|
Ikyu.
|
Faixa Marrom.
|
Graduações dan
As graduações de dan avançam
de modo crescente, ao contrario das graduações kyu,
indo do 1º dan (shoudan)
ao 10ºdan (juudan).
Esses
graus se diferenciam pelas seguintes cores das faixas:
DAN
|
||
1º DAN
|
Shoudan ou Ichidan
|
Faixa Preta
|
2º DAN
|
Nidan
|
Faixa Preta
|
3º DAN
|
Sandan
|
Faixa Preta
|
4º DAN
|
Yondan ou Shidan
|
Faixa Preta
|
5º DAN
|
Godan
|
Faixa Preta
|
6º DAN
|
Rokudan
|
Faixa Vermelha
e Branca
|
7º DAN
|
Nanadan ou Shichidan
|
Faixa Vermelha
e Branca
|
8º DAN
|
Hachidan
|
Faixa Vermelha
e Branca
|
9º DAN
|
Kyuudan ou Kudan
|
Faixa Vermelha
|
10º DAN
|
Juudan
|
Faixa Vermelha
|
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